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SNTNELA

Se aquele banco falasse

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 Sentada no banco da praça, observando quem por ela passa,

naquela praça, naquele banco, onde tantas histórias se passaram,

os amigos, as gargalhadas, os namoricos, as brincadeiras inocentes,

Se este banco falasse, se esta praça contasse, os nossos segredos,nossas travessuras,

no banco da praça onde o vi pela primeira vez,

e que mesmo sem saber o que era o querer, já o queria.

Uma adolescente, na descoberta do amor, 

aquele beijo envergonhado escondido atrás da igreja,

o primeiro beijo, velado pelos amigos a resguardar, para que as beatas não vissem,

o começo de um namoro proibido, pelos mais velhos, por nossos pais,

as amizades sinceras, quase uma irmandade, unidos pela idade, pela simplicidade,

da inocência de crianças que cresceram juntas, entrando em uma nova fase, a adolescência.

as festas da igreja, as peças de teatro, os musicais,

as confissões com o querido padre, que nos ouvia os mais inocentes pecados.

Se aquele banco falasse, falaria das nossas gargalhadas, dos nossos sonhos,

Se aquela praça contasse, contaria  o quanto eu fui feliz

 

 

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